
...E vendo a multidão teve grande compaixão.
Essa cena se repete, logo em seguida, no capitulo 15 deste mesmo evangelho por ocasião a segunda multiplicação dos pães.
Havia 3 dias em que o povo ouvia o Senhor Jesus e via as maravilhas que ele realizava no meio deles, eles estavam tão maravilhados e glorificavam a Deus pelos seus feitos.
Aqueles momentos eram indescritíveis aos olhos humanos. Imaginemos a quantidade de cegos, surdos, mudos, aleijados, leprosos entre outras necessidades que surgiam para o mestre resolver. E dizem os evangelistas, Ele os curou. Glória a Deus!
3 dias curando, com certeza Jesus estava mais exausto que a multidão que apenas se maravilhavam recebendo as bênçãos.
Porém havia um sentimento que o mantinha firme e disposto a servir. A COMPAIXÃO.
No capitulo 9, verso 35-37 Mateus narra que Jesus percorria todas as cidades e aldeias ou seja ele não fazia acepção alguma. Isso significa que não havia excluídos no coração do Senhor, a todos ele ensinava, pregava o evangelho do Reino e curava-lhes todas as moléstias. (Sl 103.3).
Fico a pensar, quando Jesus deitava os olhos (VIA) em uma pessoa necessitada, no mesmo instante nascia nele uma intima compaixão.
Não é simplesmente um sentimento de dor e pesar, que a maioria das pessoas sente. O evangelista enfatiza o sentimento de Jesus para nos mostrar o que ele provocava no mestre, ele diz que era uma grande compaixão (Mt 9.36).
Intima compaixão (14.14).
Eis a diferença, Quando Ele ia, Ele via, Ele sentia e não se omitia, Ele agia.
Porque?
Porque elas andavam desgarradas e errantes nesse deserto chamado terra.
Algumas delas estão longe (Mc 8.3) despedi-las sem alimentá-las seria cometer o mesmo erro que os discípulos queriam incorrer (Mt 14.15) não exclua do seu coração aqueles que Jesus não excluiu.
O pão nunca faltará, nem poderá faltar o pão no cesto do entregador de pão.
Havia 3 dias em que o povo ouvia o Senhor Jesus e via as maravilhas que ele realizava no meio deles, eles estavam tão maravilhados e glorificavam a Deus pelos seus feitos.
Aqueles momentos eram indescritíveis aos olhos humanos. Imaginemos a quantidade de cegos, surdos, mudos, aleijados, leprosos entre outras necessidades que surgiam para o mestre resolver. E dizem os evangelistas, Ele os curou. Glória a Deus!
3 dias curando, com certeza Jesus estava mais exausto que a multidão que apenas se maravilhavam recebendo as bênçãos.
Porém havia um sentimento que o mantinha firme e disposto a servir. A COMPAIXÃO.
No capitulo 9, verso 35-37 Mateus narra que Jesus percorria todas as cidades e aldeias ou seja ele não fazia acepção alguma. Isso significa que não havia excluídos no coração do Senhor, a todos ele ensinava, pregava o evangelho do Reino e curava-lhes todas as moléstias. (Sl 103.3).
Fico a pensar, quando Jesus deitava os olhos (VIA) em uma pessoa necessitada, no mesmo instante nascia nele uma intima compaixão.
Não é simplesmente um sentimento de dor e pesar, que a maioria das pessoas sente. O evangelista enfatiza o sentimento de Jesus para nos mostrar o que ele provocava no mestre, ele diz que era uma grande compaixão (Mt 9.36).
Intima compaixão (14.14).
Eis a diferença, Quando Ele ia, Ele via, Ele sentia e não se omitia, Ele agia.
Porque?
Porque elas andavam desgarradas e errantes nesse deserto chamado terra.
Algumas delas estão longe (Mc 8.3) despedi-las sem alimentá-las seria cometer o mesmo erro que os discípulos queriam incorrer (Mt 14.15) não exclua do seu coração aqueles que Jesus não excluiu.
O pão nunca faltará, nem poderá faltar o pão no cesto do entregador de pão.
Quantos pães têm irmãos? (Mt 15.34)
Então: daí de comer, sem qualquer exclusão. Alimente os de perto e os de longe, Jesus não quer que despensemos a multidão de famintos, para que não desfaleça no caminho de suas vidas neste deserto deste mundo. Quando Jesus está conosco sempre temos alguma coisa, e o pouco que temos é o suficiente para alimentar todos os povos famintos e ainda sobrará bem mais do que tínhamos no principio para nos alimentar.
Com certeza o pouco que os discípulos tinham não daria para saciar a eles próprios . mas Deus fez com que aquele pouco tornasse a quantidade suficiente para alimentar a multidão.
Que de hoje em diante você possa coloca nas mãos de Deus o teu pouco sem reservas ou malícia e verás que o teu investimento resultará em um retorno maior.
Então: daí de comer, sem qualquer exclusão. Alimente os de perto e os de longe, Jesus não quer que despensemos a multidão de famintos, para que não desfaleça no caminho de suas vidas neste deserto deste mundo. Quando Jesus está conosco sempre temos alguma coisa, e o pouco que temos é o suficiente para alimentar todos os povos famintos e ainda sobrará bem mais do que tínhamos no principio para nos alimentar.
Com certeza o pouco que os discípulos tinham não daria para saciar a eles próprios . mas Deus fez com que aquele pouco tornasse a quantidade suficiente para alimentar a multidão.
Que de hoje em diante você possa coloca nas mãos de Deus o teu pouco sem reservas ou malícia e verás que o teu investimento resultará em um retorno maior.
Deus vos abençoe!!!
Um comentário:
uito boa !!!
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